MEu canto para externar as coisas que sinto ou para aquelas que sou apenas um veículo onde possa fazer sentir.
MÚLTIPLO EU
Escrever é ao mesmo tempo dádiva e tragédia de servir ao outro e a si mesmo no intuito de amortecer os tropeços do caminho.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Criatura de mim
Essa minha frieza
é medo do que não veio
Te digo é receio do que virá
Olho em teu olhar
Já não me dizes mais
aquelas belas palavras
Canto essa cançao pra dizer que não quero perder a sensação do que nunca tive
E sei que se eu tiver
Ah se eu tiver
Poderá não ser o que sempre sonhei
Um desejo quando se realiza
Quando vira concreto
Cai por terra
Naufraga
É melhor te alimentar enquanto pensamento meu
Aqui dentro dos meus domínios
Onde dou minhas coordenadas
Ainda distante de suas longitudes
Buscando um altitude que sustente
o meu encanto por ti.
Por isso canto sim
pra afastar o possível
Irremediar o presente
Dizer que sou eu
O fantasma das minhas próprias lembranças
O vazio que me preenche
Que seja assim
Eu, criador
E você, criatura de mim.
é medo do que não veio
Te digo é receio do que virá
Olho em teu olhar
Já não me dizes mais
aquelas belas palavras
Canto essa cançao pra dizer que não quero perder a sensação do que nunca tive
E sei que se eu tiver
Ah se eu tiver
Poderá não ser o que sempre sonhei
Um desejo quando se realiza
Quando vira concreto
Cai por terra
Naufraga
É melhor te alimentar enquanto pensamento meu
Aqui dentro dos meus domínios
Onde dou minhas coordenadas
Ainda distante de suas longitudes
Buscando um altitude que sustente
o meu encanto por ti.
Por isso canto sim
pra afastar o possível
Irremediar o presente
Dizer que sou eu
O fantasma das minhas próprias lembranças
O vazio que me preenche
Que seja assim
Eu, criador
E você, criatura de mim.
Amor is back?
Era só isso que eu queria da vida
Não mais que teu abraço forte caso o acaso assim definir
Não mais que teu aperto de mão caso não seja permitido aqui
Não mais que teu beijo quem sabe se assim tivermos sorte
A distância não separa, nem mesmo a morte,
Então seja forte, seja eu,
Que um dia virá o sol que esperamos,
E assim serei seu, Mesmo daqui...de longe de ti...
Vai lá, faz essa força pra me encontrar
Mas tudo bem, não ficarei triste se não te ver
Até mesmo porque há algo de mais profundo que não se pode ver, entre eu e você
Entre aqui
Venha conhecer o que eu já conheço
Só não se perca nesses caminhos que já vi muitos tantos outros caírem
Que seja verdade o que dizes
Que seja eterno enquanto dure
Que seja terno enquanto vivo
Que seja belo enquanto sinto
Que venha inteiro
verdadeiro
Que você verá do que sou capaz
Que por mais que seja duro e difícil
Eu vou me reacostumar a amar.
Não mais que teu abraço forte caso o acaso assim definir
Não mais que teu aperto de mão caso não seja permitido aqui
Não mais que teu beijo quem sabe se assim tivermos sorte
A distância não separa, nem mesmo a morte,
Então seja forte, seja eu,
Que um dia virá o sol que esperamos,
E assim serei seu, Mesmo daqui...de longe de ti...
Vai lá, faz essa força pra me encontrar
Mas tudo bem, não ficarei triste se não te ver
Até mesmo porque há algo de mais profundo que não se pode ver, entre eu e você
Entre aqui
Venha conhecer o que eu já conheço
Só não se perca nesses caminhos que já vi muitos tantos outros caírem
Que seja verdade o que dizes
Que seja eterno enquanto dure
Que seja terno enquanto vivo
Que seja belo enquanto sinto
Que venha inteiro
verdadeiro
Que você verá do que sou capaz
Que por mais que seja duro e difícil
Eu vou me reacostumar a amar.
Florais
Flor,
Desabrocha em mim
Desabrocha assim
Quando o vento bate
Flor,
Desabrocha assim,
Se deságua em mim,
mais da sua metade
Cor do som que me possui
Alento meu que flui ao passar por aí...
Onda de frio e calor
Energia que dissipa a dor, amor
Natura mãe no seu ardor
Vai, deixa sentir
Refrão
Corre à brisa que vem...
Te acaricia o rosto que vai...
Se samba, samba, sai
Divaga
Devagar
Devagar é sempre
Conduz o meu, o teu cantar
Vai lá, vai lá, vai lá,
Me ver desabrochar
Refrão
A força da massa do todo
Une aquilo que estava torto
Dói demais...
Cravo que me fere quando chora
Quando deixa-me saltear
O amor vaiVai, desabrocha e sai.
Desabrocha em mim
Desabrocha assim
Quando o vento bate
Flor,
Desabrocha assim,
Se deságua em mim,
mais da sua metade
Cor do som que me possui
Alento meu que flui ao passar por aí...
Onda de frio e calor
Energia que dissipa a dor, amor
Natura mãe no seu ardor
Vai, deixa sentir
Refrão
Corre à brisa que vem...
Te acaricia o rosto que vai...
Se samba, samba, sai
Divaga
Devagar
Devagar é sempre
Conduz o meu, o teu cantar
Vai lá, vai lá, vai lá,
Me ver desabrochar
Refrão
A força da massa do todo
Une aquilo que estava torto
Dói demais...
Cravo que me fere quando chora
Quando deixa-me saltear
O amor vaiVai, desabrocha e sai.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Bom filho à casa torna.
Estava hoje dando uma olhada no blog de uma amiga: http://www.jessicadeverdade.blogspot.com/
e daí resolvi comentar e sem querer, meio querendo, acabei me formigando para voltar a escrever.
Ultimamente meu tempo tem se dividido entre os trabalhos burocráticos de administrar uma ONG sem fins lucrativos e os ensaios da minha cia de teatro. Ou seja, não tem sobrado muito tempo pra mim, assim, quero dizer, comigo mesmo.
Seguem abaixo, meu comentário para a Jessy e o texto que me me veio à mente para escrever e voltar a postar.
OBS: 3 meses sem postar, onde estava eu?
e daí resolvi comentar e sem querer, meio querendo, acabei me formigando para voltar a escrever.
Ultimamente meu tempo tem se dividido entre os trabalhos burocráticos de administrar uma ONG sem fins lucrativos e os ensaios da minha cia de teatro. Ou seja, não tem sobrado muito tempo pra mim, assim, quero dizer, comigo mesmo.
Seguem abaixo, meu comentário para a Jessy e o texto que me me veio à mente para escrever e voltar a postar.
OBS: 3 meses sem postar, onde estava eu?
Não vou parabenizá-la porque estou com inveja branca já que passo por uma fase em que não
consigo me expressar. Não sei se é porque não tenho tido nenhuma emoção sentimental forte o bastante, se é que isso existe, a não ser com o trabalho. Mas isso são fases e fezes que adubarão novas ideias para novos ciclos.
Falando nada com nada, expresso-me pelo que não tenho a dizer. Enfim só foi parar para
te deixar um comentário e já acabo de pensar em voltar a escrever no meu blog.Continue escrevendo.
consigo me expressar. Não sei se é porque não tenho tido nenhuma emoção sentimental forte o bastante, se é que isso existe, a não ser com o trabalho. Mas isso são fases e fezes que adubarão novas ideias para novos ciclos.
Falando nada com nada, expresso-me pelo que não tenho a dizer. Enfim só foi parar para
te deixar um comentário e já acabo de pensar em voltar a escrever no meu blog.Continue escrevendo.
Beijos.
Esse silêncio nunca quis dizer tanta coisa.
Essa ansiedade no rosto pelo que não sabe se virá
nunca foi tão forte.
nunca foi tão forte.
Esse sorriso nunca foi tão falso, querendo esconder amarguras.
Suas verdades nunca foram tão ditas. Pelo menos dessa forma.
Seu egoísmo nunca ficou tão aflorado.
Sua competitivdade nunca foi tão acirrada com si próprio.
Sua instabilidade nunca foi tão visada.
Suas incertezas nunca foram tão certas.
Sua principal dúvida ainda lhe insistia:
é algo que lhe falta,
ou é algo que lhe excede?
ou é algo que lhe excede?
Ainda que diferente
No entanto, tudo é como sempre...
Ele sofre.
Jorge Braga Jr.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Há você
Mas é isso que você quer
Viver intensos amores
Sentir pequenas dores
Não ter a certeza de ter tido um grande amor
Caio, levanto num só segundo
Paro o mundo pra te ver
Sigo repetindo
A mesma frase, pedindo
Quando é que vou te ter?
Até quando a esperança vai existir
Embora eu saiba que não há
Então, agora, aqui além do meu querer
a Você
Há você
Ah! Você!
Viver intensos amores
Sentir pequenas dores
Não ter a certeza de ter tido um grande amor
Caio, levanto num só segundo
Paro o mundo pra te ver
Sigo repetindo
A mesma frase, pedindo
Quando é que vou te ter?
Até quando a esperança vai existir
Embora eu saiba que não há
Então, agora, aqui além do meu querer
a Você
Há você
Ah! Você!
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