A - Eu vi sua mensagem. Estranhei, de verdade. Saudades?
B - Disse algo demais? Algo que não deveria?
A - Não, não mesmo. Vem cá, porque você sumiu assim de repente? Quando eu já estava me acostumando a ter uma outra pessoa, a me dedicar um pouco mais a alguém. Foi outra pessoa? Pode dizer. Ninguém desacelera assim do nada.
B - Prefiro não dizer. Acho que em nada alteraria o que eu sinto agora.
A - Como você pode dizer isso? (Ri). Eu me dediquei a você. Parei de fazer coisas que eu julgava importante porque realmente pensei que valeria a pena. Me preocupei para no fim... nada.
B - Olha, eu estava confuso. Eu não sabia o que eu estava sentindo. De verdade. Precisava de um tempo para pensar com calma e não errar mais uma vez.
A - Tanto tempo assim? (Com ironia) Já chegou a um denominador comum? Eu já.
B - Sinto falta de conversar com você. A gente tinha uma "vibe" muito bacana.
A - Eu sei disso. Logo, tratei de esquecer. Meu orgulho é meio assim mesmo. Não procuro, não vou atrás. O que não quer dizer que não tenha pensado.
B - Você era muito ocupado. Ficava pensando se teria o tempo que eu queria para mim. Queria você por inteiro e não ficar contente com o que sobrasse. Gostei de você, de verdade.
A - Nem sei o que dizer. Você me fez acreditar e desacreditar nas pessoas em frações de segundos. Olha, uma coisa eu te digo, pode ficar tranquilo. Não deixou mágoas. Pode se despreocupar. Eu com certeza não estou bem agora, mas sei que eu vou melhorar.
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