MÚLTIPLO EU

Escrever é ao mesmo tempo dádiva e tragédia de servir ao outro e a si mesmo no intuito de amortecer os tropeços do caminho.



quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Sem rumo

Dessa vida a gente nada leva
Eu só me pergunto qual delas você está a levar
Se te perdes
Te asseguro
Não mudo
Só penso que não queira se achar

Absurdo
Um muro
Entre nós
Invisível
Que não se pode quebrar

Não me curo
Eu juro e esconjuro
O que é certo é o que fica
Não dá pra mudar.

Refrão

Então siga a ponte criada pelos seus desejos
Enquanto meu rio de prazeres vai encontrar a queda mais próxima
Segue a estrada que vai a sua frente
Sem olhar pra trás

Içando as pedras no caminho
Eu sigo minha trajetória, em flor
Eu sei
Já não mais vou
Olho a natureza ao meu redor
Sinto o cheiro que não se decifra
Só não me tenha dó
Só te digo

Siga a ponte criada pelos seus desejos
Enquanto meu rio de prazeres vai encontrar a queda mais próxima
Segue a estrada que vai a sua frente
Sem olhar pra trás
Sem se arrepender

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